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Porque as Universidades Exigem a Entrega das Monografias?

FREITAS, Geórgia Karla Roberto. 28.01.2008

Uma das pedagogias mais apreciadas e autênticas na formação do aluno do Ensino Fundamental e Médio, A Pedagogia de Waldorf, exige que o aluno, ao final dos ciclos que cursar apresente uma monografia a respeito do tema referente aos assuntos estudados durante ambos segmentos.

Um aluno de outras escolas leigas apenas entenderá o conceito de monografia (mono = um; gráphein = grafia) quando chegar ao término do curso universitário. Ou seja, a pesquisa é cobrada ao final das matérias cursadas, enquanto que o incentivo da pesquisa poderia vir em um momento anterior.

Nem todos os cursos universitários, aplicam metodologias que incitem os alunos a percorrerem a pesquisa e buscar a sapiência de informações que vão além do conhecimento dado em sala de aula. Esse estímulo, o trabalho com o interesse do universitário deveria seguir como pré-requisito ao longo do curso universitário.

Para que a universidade tenha uma ferramenta de cobrança nessas incursões dos alunos sobre o curso escolhido, observando o ingresso e o egresso do aluno nos cursos universitários, há de se cobrar o desenvolvimento do texto monográfico com a intenção de “testar” a ótica do aluno perante as matérias vistas e estudadas.

A universidade precisa ter a dimensão do aluno o qual está sendo formado para o mercado, além das perspectivas oferecidas por outras avaliações, que também fazem parte da evolução acadêmica como: seminários, provas, dissertações, ensaios e relatórios de pesquisas, a serem lançados como instrumentos durante todo o curso.

Quando o aluno apresenta a monografia, ele está sendo avaliado diante de uma banca selecionada por mestres e doutores que darão o atestado o perfil do aluno para o mercado e serão os responsáveis pela avaliação final e autenticando a divulgação dos resultados alcançados pelo aluno perante a banca.

Ao ser submetido a essa avaliação o aluno estará lidando com ferramentas da área metodologia e científica, passando pelos projetos, compreendendo o percurso da abordagem científica lidando com teorias – e aprofundamento dessas teorias – na organização do material a constar na monografia de final de curso.

O aluno deve tratar o tema sob a sua visão, consciente de que partilhará, sob o ponto de vista científico, a informação devidamente pesquisada e, poderá ainda, apresentar uma nova temática, um ponto ainda não abordado em sua área para que seja aproveitado por instituições e orientadores.

Outro aparato é a exigência legal para a obtenção do diploma. Ela é a exigência da banca para validar a saída do aluno para o mercado de trabalho sob o registro do diploma das instituições legais.

Ainda que se proceda com esse discurso perante a existência legal da banca monográfica, insiste-se em um ponto. Precisa-se de pesquisadores que aprendam a lidar com o assunto especifico de forma metodológica e científica. Aproximar o aluno da realidade científico e tecnológica é uma das funções da monografia.

Dado o exposto, cientificamente, deve-se propor ao aluno lidar com os pressupostos diante da formulação do questionamento realizado no início do estudo monográfico. O aluno, a partir da reflexão inicial na escolha do tema, irá adquirir sistematização do assunto e do conteúdo abordados. Toda a monografia é um encadeamento do processo de formação científica o qual jamais terminará, caso o aluno tenha interesse em divulgá-lo sob a forma de ensaios, artigo ou outras publicações acadêmicas, ao longo do mestrado e do doutorado.

E por que a pesquisa tem o estatuto da continuidade?

Falar de ciência não é comentar “por alto” assuntos relevantemente interessantes e pouquíssimos pesquisados. Não cabe em um estudo monográfico ser superficial. É cavar as profundezas da ciência ou apenas “boiar” no assunto o qual escolheu para se especializar.

Ter a consciência científica, a qual adquirir-se-á nas objetivações do estudo monográfica é saber que jamais seremos capazes de conduzir uma temática até apresentar uma resposta absoluta. O acadêmico não tem fim para pesquisas. A ciência não permite a resposta cabal e para iniciar um estudo monográfico as universidades partilham dessa ótica. Não há exatidão, não há absolutismo, não há assunto científico esgotado. Quanto mais experimentações, estudos e relatórios o aluno puder caminhar, melhor. É por isso que se sugere que o aluno, ao final de sua monografia, ele exponha as “limitações do estudo”, ou seja, em qual direção ele não pôde percorrer e as “sugestões futuras” para a temática a qual ele abordou. São os pré-requisitos de uma maturidade científica que já pode ser apresentada à banca monográfica.

A banca dirá se determinado aluno está preparado para dar continuidade à pesquisa em carreira acadêmica, se ele está preparado o para seguir no mercado e se o objeto de estudo está bem explorado de forma a dar maiores respostas e prosseguir na pesquisa.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

FILHO, DP & SANTOS, J. A. Apresentação de trabalhos científicos: Monografia – TCC – Teses – Dissertações. São Paulo: Futura, 2000, 140 páginas. (exemplar do professor)

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